Tuesday, February 19, 2008
Sunday, February 17, 2008
Just Another Rainy Day (II)...
Já nem preciso chorar
Entreguei esse alivio aos céus
Agora fico do lado de cá
Sentindo aquilo que choro
Mesmo sem chorar
Gota a gota
O dia cinzento espelha quem sou
A ausência de luz
A tua ausência
A estrada molhada
O meu corpo frio sem o teu
E as nuvens choram
Choram e escondem a luz
Por nós
Pelo fim da nossa Primavera
Por elas que nos sonharam
Já nem preciso chorar
Desconfiei que fosse verdade
Agora tenho a certeza
Os dias são cinzentos de cada vez que fico sem ti
E a chuva que cai
Não é minha
É por nós
Já nem preciso chorar
Porque agora nunca deixo de o fazer
Dizes que dias melhores virão
Repito-o até me cansar
Mas nunca disse que os queria
Já nem preciso chorar
Porque tudo à minha volta chora por mim
Já nem preciso chorar
As lágrimas de nada servem
Já nem preciso chorar
O que sinto é maior que isso
Já nem preciso chorar
Porque não o consigo fazer
Já nem preciso chorar
Já nem preciso chorar
Já nem preciso chorar
...
Já nem preciso chorar
Run...

:S
Friday, February 15, 2008
Agora, canta!
Porque às vezes fazemos coisas mesmo estúpidas!
E porque esta foi talvez a primeira alegoria que hà muito tempo me fez ficar desperta para isso...
Thursday, February 14, 2008
Sunday, February 03, 2008
Luz (parte I)...
É verdade, a semana passada a caminho da faculdade, cruzei-me com ele no autocarro.
É brilhante! Magro, de cabelos claros e muito compridos. Cara alongada, branca, com barba clara também. Olhos de quem já sofreu muito mas que por isso mesmo sente uma maior alegria em viver. Era igual a todas as representações de Jesus (talvez mais magro). E foi isso que me deixou confusa...
Não tirei os olhos dele durante muito tempo (sim, tinha consciência disso, mas no entanto estava presa como se ele fosse um íman). Olhava-o sobretudo nos olhos. Eram tão brilhantes que me senti a afundar neles.
Ele começou a reparar.
Eu não consegui desviar.
Nem ele...
Senti-me mal de o ter olhado de tão profundo modo.
Senti-me assustada por estar a ser desse modo olhada.
O autocarro parou, eu saí, ele também.
"Olha, conhecemo-nos?" - perguntaste
"Desculpa, não... quero dizer... acho que não... Desculpa..."
Wednesday, January 23, 2008
Epá...
| Your Daddy Is Johnny Depp |
What You Call Him: Old Man Why You Love Him: He takes you to Disneyland |
Humm...
Epá...
Mas pronto... sim! yey Já fui à Disneyland! -.-'
Thursday, January 03, 2008
Louca...
Falta de razão e bom senso
Se a tempestade ecoa lá fora
As batidas doiam cá dentro
Noite, mais do que noite
Manhã, mais do que dentro
Escuro, escondida
Saleta de café enfezu
Lugar de amores mortos
Lugar de loucos
Do paladar do fogo me pediste para sair
Dos olhares de vidro baço
Corações de aço
Línguas prontas a lamber
Todo e qualquer espaço
Reconditos sofás de vermelho gasto
Candelabros de sonhos ardidos
Preto, escuro,
As batidas como espasmos
A traição como um marasmo
Lugar ousado
Nunca para ti
Não vestes a noite
Nem a queres vestida em mim
Se dele te falasse
Dele mais não sairia
Sala de sombras
Amigos fantasmas
Mundo fastástico de fantasias
Vestidos compridos
Capas de outros tempos
Aneis de cobre
A música, o nosso compasso
O cheiro do ópio
O doce do anis
O jogo de sabores
A vida na morte
A morte como vida
Ritual de sonho
Noites de loucura e esquecimento
O tirar da máscara
O vestir de outra...
Se te dissesse que os conheço?
Que vivo com eles muitos dos dias
Se te trincasse?
Tu mordias?
Wednesday, January 02, 2008
Saturday, December 29, 2007
Apocalyptica ft. Cristina Scabbia - SOS (Anything but Love)
Bound to your side and
Trapped in silence
Just a possession
Is the sex or only violence
That feeds your obsession
You send me to a broken state
Where i can take the pain
Just long enough
That i am numb
That i just disappear
So go on and fight me
Go on and scare me to death
Tell me i asked for it
Tell me i'll never forget
You could give me anything but love
Anything but love
Does it feel good tonight
Hurt me with nothing
Some sort of sick satisfaction you
Get from mimd fucking
Oh stripped down to my naked core
The darkest corners of my mind are yours
That's where you live, that's where you breathe
So go on and fight me
Go on and scare me to death
Dare me to leave you
Tell me i'd never forget
You could give me anything but love
Anything but love
Without any faith
Without any light
Can dare me to live
I'm living a lie
Inside i am dead
So go on and fight me
Go on and scare me to death
I'll be the victim
You'll be the voice in my head
You could give me anything ..
But love
Anything but love
Wednesday, December 26, 2007
Calma...
Já nem sei...
Acho que não há nada que realmente compreenda...
E tão pouco tenho tentado compreender
Estou cansada
Talvez seja isso...
Deixa-me inspirar uma e outra vez com calma,
Deixa-me fechar os olhos e contar até três,
Deixa-me ganhar força para me atirar novamente...
Calma... com mais calma...
Deixa-me descansar,
Deixa-me dormir,
Talvez, talvez amanhã, acorde com força para me atirar novamente...
Com calma... com mais calma...
Com o saber que agora tenho
Com a loucura que perdi
De cabeça e não de coração
Com calma... com mais calma...
um
dois
três
Qual calma?
Monday, December 24, 2007
Thursday, December 20, 2007
Amor...
Tenho os olhos cheios de lágrimas, já nem as controlo mais... deixo-as cair... Salpico todo o quarto de gotinhas tuas... que tão bem como eu conheces!
Sinto no peito uma dor... apertada... não é bem no coraçao como imaginei. Mas doí muito...
Não como, não durmo... Não sou capaz!
Talvez mais cedo ou mais tarde o cansaço me vença!
Talvez acorde e tudo não passe do pior de todos os pesadelos!
O meu sorriso é tão forçado! Esconde uma cascata prestes a explodir a qualquer momento!
Já nem falo em tudo o que houve antes! O passado já nem importa tanto assim!...
Agora, aqui, queria-te a meu lado. Abraçado a mim. A cheirar o meu cabelo. A beijar a minha pele.
Será que não entendes? Será que já não consgues ver que fomos feitos um para o outro.
Doí tanto...
Tanto...
Não choro já... soluço também! E que se lixe se o mundo me ouvir! A minha dor é maior!
Sou tão fraca... tão pequena sem ti!
Não sei... não faço ideia do mundo lá fora.
E tu saíste e deixaste a porta meio aberta...
Eu estou aqui... iludida à espera do teu regresso!
Volta pa mim!
Tenho frio...
Vou morrer assim...
Volta... volta com um sorriso e diz que te enganaste!
Que afinal me amas!
Volta...
Os silêncios calaram-se para sempre. Pois, agora, eu preferia-os...
Vem ter comigo!
Abraça-me!
Beija-me como só tu sabes!
E agora??
Eu sou nada...
E doi tanto!
Mas tanto!
Wednesday, December 19, 2007
Just Another Rainy Day...
Amor que morre...
The Cure - Pictures of You
Pensamentos para 2008...
Que venha a força da mudança e mude todo o mundo!
Tuesday, December 18, 2007
Tolo é...
Tolo é aquele que se entrega ao amor,
É aquele que não se importa de olhar para o outro antes de sim mesmo,
Tolo é aquele que não teme provar o que sente,
É aquele que o faz com um sorriso nos lábios,
Tolo é aquele que chora quando os silêncios se alongam,
É aquele que acredita no que mais ninguém vê,
Tolo é aquele que tenta ser outro para o outro amar,
É aquele que ama não tendo amor em troca,
Tolo é aquele que todas as noites continua a olhar para o passado,
É aquele que sonha que tudo vá voltar a ser como foi,
Tolo é aquele que chama sem ser chamado,
É aquele que espera sem ser esperado,
Tolo é aquele que não vê defeitos, transforma-os em virtudes,
É aquele que aparenta ser de tudo o culpado,
Tolo é aquele que já não voa, não canta, não brilha,
É aquele que apenas do outro se espelha,
Tolo é aquele que tolo se sabe,
É aquele que de outro não sabe fazer,
E mais tolo ainda é, quem de tão tolo ser,
se permite ser gostado, por um tolo que não sabe viver.
[mas há-de aprender!]
É Natal, é Natal...

Aqui estou eu, mais uma vez...

E pouco tenho escrito também, em qualquer outro lado...
Desta vez não sei o que me deu para deixar assim de lado um sonho que tanto amo!
A falta de tempo em parte, mas eu sou apologista de que quem ama de verdade encontra sempre um tempinho para alimentar as paixões, o que invalida essa desculpa!
Não sei... sinceramente não sei... talvez tenha achado o blog demasiado pessoal, talvez um ano aqui a escrever tenha pesado sobre a avaliação que fiz sobre continuar ou não, talvez tenha dito demasiadas vezes "talvez amanhã"...
Mas isso não explica porque deixei de escrever...
Talvez tenha perdido a paixão ou a razão...
Não importa agora, pois o que quer que tenha estado ausente, voltou!
Friday, July 06, 2007
Thursday, June 28, 2007
A Carta...
Esta é uma curta metragem que tive de realizar o semestre passado (sim, com a ajuda de muita gente!!).
A qualidade é péssima que eu sou optima a trabalhar com computadores (ironia) e então o método que arranjei foi mesmo filmar isso do ecran, através do telémovel! lol
Bem... acho que pelo menos dá para perceber a ideia! :P
Tuesday, June 19, 2007
Desabafo...
que já nada mais te digo!
Eu sei, tu tens razão!
Também sinto esse vazio...
Falta um pouco de não sei bem quê...
Junto com bastante mais daquilo...
Perante tudo o que já temos...
Diante do que teriamos sido...
Não, não é saudade...
Mas não sei o que mais possa ser!
Terror? Pura maldade?
Algo que agora me faz sofrer...
Mas doi também ver-te assim...
Dorido por me doer,
Perdido e decidido...
Sem saber que me fazer!
Nada mais posso falar,
para além do nada que de tão pouco disse!
Vale que já me conheces,
e tão bem sabes porque faço isto!
Então fica comigo!!!
Mas faz-me voar!...
É tudo o que preciso,
para te continuar a amar!...
You...
O amor...
O que eu quero fazer é o elogio do amor puro.
Hoje em dia as pessoas apaixonam-se por uma questão prática.
Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram em "diálogo".
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, doamor doente, do único amor verdadeiro que há.
Já ninguém se apaixona?
O amor é uma coisa, a vida é outra.
Amor é amor.
O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um principio, não é um destino.
O amor é a nossa alma.
Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre.
Não é para perceber.
Miguel Esteves Cardoso, último Volume, Assírio & Alvim Ed., 1996
Sunday, June 17, 2007
Aspira(dor)
outras, muitas mais, apenas a sinto... sem conseguir compreender porquê!
É ela que me faz ficar assim...

Suga-a...
Leva-a...
Aspira a minha dor!!!
A nossa dança...

Não sei nem por onde começar...
Pediste-me que o fizesse... e cá estou eu...
Mas a verdade é que é dificil tentar explicar o que vi e senti, com palavras...
Foi ontem e ainda está muito presente...
Ao fechar os olhos consigo ver-te a dançar ao som da música que tocavas...
Uma dança alegre...
A duas vozes...
Uma dança que acredito fez todos dançar...
Sinto, ainda, o que senti...
Mas não to sei explicar...
Orgulho,... talvez
Saudade,... também
(mas não sei de quê)
Felicidade,... sim muita
Lembro-me de desviar o olhar...
Olhar para aquele que agora mais te acompanha...
E tentar entender o que sentia,
Enquanto ali te via...
Não entendi...
Não consegui...
A verdade é que os olhos brilhavam,
(suponho que esse seja um bom sinal)
Mas não consegui ver para além disso...
Problema meu, de certeza, porque não sabia bem o que procurar
Embalada por ti, e só por ti,
Pensei na tua mãe...
Sim a ela não a via,
Mas era como se visse...
A sua expressão a olhar para ti...
Mesmo sem a ver, saberia descrevê-la:
Lágrimas internas de alegria
Tu... alheio a tudo isto
Concentrado na tua própria dança
Continuavas a dançar...
Por vezes mais forte...
Outras quase a sussurrar...
Agradeceste... foste embora...
Nós ficámos ali...
Adormecidos...
Exaustos...
Embalados...
Na tua dança,
Uma dança ao som da música que tocavas...
Uma dança alegre...
A duas vozes...
Tua...
E nossa...
Para sempre...
Thursday, June 07, 2007
The Kill (acoustic) - 30 seconds to mars
What if I wanted to break
Laugh it all off in your face
What would you do?
What if I fell to the floor
Couldn't tear this anymore
What would you do?
Come, break me down
Bury me, bury me
I am finished with you
What if I wanted to fight
Beg for the rest of my life.
What would you do?
You say you wanted more
What are you waiting for
I'm not running from you
Come, break me down
Bury me, bury me
I am finished with you
Look in my eyes
You're killing me, killing me
All I wanted was you
I tried to be someone else
But nothing seemed to change
I know now: this is who I really am inside
Finally found myself
Fighting for a chance
I know now, THIS IS WHO I REALLY AM
Come, break me down
Bury me, bury me
I am finished with you
Look in my eyes
You're killing me, killing me
All I wanted was you
Come, break me down
Break me down
Break me down
What if I wanted to break...?
What if I...
Bury me, bury me...
Monday, June 04, 2007
Plendora of Siegfried...
Sunday, May 20, 2007
Loucura...
Não... hoje não escrevo por ti...
Escrevo pela vida que sonho e não tenho...
Escrevo pela vida de sonho que tenho e não me chega...
Se tudo é perfeito... então porque é que sinto que falta sempre alguma coisa?
Porque é que tenho sempre de encontrar defeitos para tudo?
Porquê? Porque é que tenho de questionar sempre tudo?...
Estou triste... exausta... entediada... vazia...
Mas ao mesmo tempo algo não me deixa parar,... morrer...
Luto pelo amanhã... Mas o que é o amanhã senão mais do que um dia semelhante ao de hoje?
É assim que vai ser o resto da vida?
Uma luta constante contra nada?! Para nada! Por nada!...
Sinto-me suja... desacreditada... desanimada...
Eu só quero o meu castelo... o meu reino encantado...
É pedir assim tanto?
Não vale apena lutar... Eu sei!
Mas então porque continuo? Porque o fazemos todos?
Estou confusa... estranha... mal-tratada...
Saturday, May 19, 2007
Moonlight...
Sunday, May 13, 2007
Sem fim...
Friday, April 13, 2007
Passei toda a noite sem dormir...
E vendo-a sempre de maneiras diferentes do que a encontro a ela.
Faço pensamentos com a recordação do que ela é quando me fala,
E em cada pensamento ela varia de acordo com a sua semelhança.
Amar é pensar.E eu quase que me esqueço de sentir só de pensar nela.
Não sei bem o que quero, mesmo dela, e eu não penso senão nela.
Tenho uma grande distracção animada.
Quando desejo encontrá-la
Quase que prefiro não a encontrar,
Para não ter que a deixar depois.
Não sei bem o que quero, nem quero saber o que quero.
Quero só Pensar nela.
Não peço nada a ninguém, nem a ela, senão pensar."









